
Gênios me despertam os açougues
Fazem corriqueiras entrevistas
- Não importa a praga que me rogues
Sou de eterno a alma de um artista!
Ríspidos na forma como laçam
Bobos a fazer-te a corte plana
Os papéis dos outros se amassam
Respingando os traços que ele emana
E da cor anil do pensamento
Brotam os bolores futuranos
Ardem os portões de um novo invento
E de sobreaviso, trás-os-panos,
Forjam num sutil esquecimento
A sublime essência dos enganos!
Amo o teu mundo imaginário:
ResponderExcluirTeus gênios são tais quais os da mil e uma noites (ainda que testem artistas).
E teus bobos, fugiram de uma crônica medieval escrita uns poucos anos atrás, por Luis Fernando Verissimo, num livro que amo demais.
Ah! Quanto a sublime essência dos enganos... bem, esperamos que não sejam tão enganados assim...
esquecimento é ingrediente fundamental para uma vida sã...
ResponderExcluire só quem cria pode cometer enganos, por esquecimento, de propósito ou por simples aprendizado.
e a vida inventada tem mais valor do que o futuro bolorento de realidade.
querida produtora de balsamos liricos, por obséquio, dê continuidade...
ResponderExcluiramo vc